quarta-feira, 30 de março de 2016

Do nada ao muito

Acho que te quero desde a primeira vez que te vi. Da primeira vez que senti que eras alguém. A primeira vez que te olhei e senti que realmente existias. Acho que te quero desde que percebi do quão bem conseguias amar e do quão bem conseguiria amar-te e juntos nos conseguiríamos amar um ao outro - por mais precoce que a minha mente estivesse a ser naquele dia. E foi - eu sei. Mas de todos os achos que já escrevi neste parágrafo, consegui dizer duas das certezas mais improváveis que há um mês me poderiam passar pela cabeça. E hoje, a minha terceira certeza é que te amo. Por mais que me contenha, por mais que não o diga, por mais que pense "é cedo demais". E de todas elas, esta é a que me faz mais feliz.
Vivo com a certeza de te querer, de te amar.
Vivo com a felicidade que é carregar-te no peito. De ver o teu sorriso, de sentir o teu cheiro, o teu abraço protector, da tua pele na minha, dos teus olhos nos meus.
Vivo de ti, por mais assustador e sufocante que isso possa soar. E acredita, eu tenho medo disso.
Hoje sinto-me completa por todas as coisas improváveis e precoces que tive e tenho contigo, e só peço que, por mais repentinas que tenham sido, durem e perdurem por muito e muito tempo.
És o meu desejo de todas as noites. O meu pensamento de todas as manhãs.
E que assim continue.

[Obrigada por todas as improbabilidades repentinas. És(-me) tanto!]


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